O Ambulatório de Seguimento do Recém-Nascido de Alto Risco Maria Creuza de Brito Figueiredo, que está vinculado à Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL), realiza, nesta terça-feira, 16, uma confraternização junina para as crianças atendidas na unidade e seus acompanhantes. Este evento especial contará com a participação da trupe dos Palhaços de Propósito, trazendo alegria e descontração para todos os presentes.
A unidade atende, em média, 60 crianças diariamente de segunda a sexta-feira, no período das 7h às 17h. Somente entre janeiro e maio deste ano, foram realizados 6.756 atendimentos com uma equipe multidisciplinar composta por geneticistas, pediatras, neonatologistas, cardiologistas, oftalmologistas, cirurgiões, enfermeiros, fisioterapeutas, entre outros profissionais.
A gerente do Ambulatório de Seguimento, Glória Barros, ressalta a importância de proporcionar momentos festivos para as famílias que estão sob acompanhamento. “Como o São João é a nossa maior festa no Nordeste, aproveitamos a ocasião para realizar uma confraternização junina com comidas típicas e brincadeiras, promovendo uma integração maior entre as mães, pais, avós e os bebês que estão em tratamento na unidade. É gratificante e muito bom ver esses momentos de alegria”, enfatizou.
Stefany Farias, 23 anos, residente de Nossa Senhora do Socorro e mãe de Mateo, de 2 anos, que nasceu com uma malformação rara chamada artrogripose múltipla congênita, compartilha sua perspectiva sobre a confraternização. “Criamos um vínculo com os atendimentos realizados. Desde que meu filho recebeu alta da MNSL, ele tem acompanhamento aqui com o geneticista, pediatra, fisioterapeutas, enfim, vários profissionais. Então, essas confraternizações são uma forma de nos acolher. E eu gosto muito do acolhimento de todos os servidores daqui, desde a recepção até os médicos e enfermeiros”, destacou.
Luana Nunes, mãe da pequena Maria Rita, de apenas 8 meses e que nasceu prematura com 31 semanas, também expressa sua satisfação com a iniciativa. “Acho aqui bastante acolhedor. Essas festinhas são ótimas porque ficamos mais animadas. Eu tive hipertensão gestacional e pré-eclâmpsia. Minha filha ficou 24 dias internada na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (Utin), 20 dias na Ala Canguru da maternidade e depois fomos encaminhadas para o tratamento aqui no Ambulatório com diversos profissionais. Tudo isso causa tensão na nossa vida e estes momentos fazem com que a nossa carga fique mais leve”, frisou.





Fonte: Saúde – Sergipe
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