Indicada ao Latin Grammy, Vanessa Moreno lançou no sábado (29) um álbum de releituras de Djavan, produzido por Fi Maróstica. O disco traz guitarra oitavada, percussões e participações de Felipe Roseno e Tarcísio Santos.
Vanessa Moreno, indicada ao Latin Grammy, lançou no último sábado (29) seu mais novo álbum de inéditas. Intitulado “Vanessa Moreno visita Djavan”, o trabalho apresenta composições do cantor e compositor sob uma nova luz, com produção de Fi Maróstica.
O projeto musical adotou timbres e recursos sonoros que marcam a proposta de releitura: guitarra com oitavado, percussões tradicionais e eletrônicas, além da participação de Felipe Roseno e Tarcísio Santos na instrumentação. A escolha do arranjo busca reimaginar as canções mantendo a identidade das composições originais.
Vanessa é fã de Djavan desde a adolescência e trabalhou a discografia do artista como ponto de partida para este álbum. Em declaração sobre a relação artística com o repertório, Vanessa destacou a afinidade com a obra:
“A obra do Djavan esteve desde o começo muito conectada com minha trajetória musical. Me conecto com a maneira dele de debruçar musicalmente pelas suas composições. Tem algo muito potente também em relação ao ritmo e jogo de palavras que me encanta”.
Segundo o material enviado à imprensa, as interpretações de Vanessa nasceram inicialmente como experimentação musical ao lado de Felipe Roseno e Tarcísio Santos. Aos poucos, essas versões foram incorporadas às apresentações ao vivo e passaram a fazer parte das preferências do público presente nos shows.
O álbum de estúdio surge, portanto, como uma nova fase desse projeto: a gravação atende ao desejo dos músicos de registrar a experiência e atende também ao pedido do público para eternizar o que já vinha sendo apresentado em apresentações ao vivo. A produção de Fi Maróstica é citada como responsável por conduzir a proposta sonora que distingue este trabalho das versões originais.
O lançamento marca uma trajetória de aproximação entre a artista e o repertório revisitado, ao mesmo tempo em que reafirma a prática de transformar apresentações de palco em registros de estúdio, preservando tanto a experimentação quanto a resposta do público.
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