Em homenagem ao Dia do Gaúcho, a cantora lembra a infância no sítio e explica como o convívio no interior influenciou seu caminho musical. Ela conta que começou a cantar profissionalmente aos sete anos em bandas de casamentos.
Em homenagem ao Dia do Gaúcho, celebrado no próximo domingo (20), o programa “Viver Sertanejo”, na Globo, recebe Luísa Sonza para uma conversa sobre as raízes que acompanham sua relação com a música desde a infância. Natural de um sítio no Rio Grande do Sul, a cantora revisita lembranças da vida no interior e explica como os primeiros contatos com diferentes estilos musicais contribuíram para sua formação artística.
Luísa conta que começou a cantar profissionalmente aos sete anos, em uma banda que se apresentava em casamentos, experiência que manteve por cerca de dez anos. Ela relata que, antes disso, a música já fazia parte das viagens de carro com os pais para Mato Grosso, quando visitavam parentes, e que no caminho costumava cantar com o pai. Segundo a cantora, o repertório dessas viagens incluía música regional gaúcha e sertanejo.
Entre as lembranças da infância, Luísa destaca sua identificação com as canções de Chitãozinho e Xororó. Ela afirma que gostava de interpretar as músicas da dupla porque os tons mais agudos facilitavam suas execuções ainda quando criança. No programa, essa relação com o repertório sertanejo será retomada em uma apresentação ao lado de Daniel, na qual eles farão uma interpretação de “O Menino da Porteira”.
Para celebrar suas raízes gaúchas, Luísa também interpretará “Céu, Sol, Sul, Terra e Cor” em um momento dedicado à cultura e à identidade do estado. A escolha do repertório se soma às histórias que a cantora compartilha sobre a infância e os primeiros passos na carreira, mostrando como diferentes referências musicais estiveram presentes desde cedo em sua trajetória.
O especial reunirá ainda outros nomes ligados à cultura do Rio Grande do Sul. Gaúcho da Fronteira conta a história de “Herdeiro da Pampa Pobre”, música que foi posteriormente regravada por outra banda, enquanto Neto Fagundes participa da homenagem com a canção “Guri”. No encontro, os convidados demonstrarão diferenças entre ritmos tradicionais da região, como vanerão e xote, explorando as nuances e identidades desses estilos.
Além das apresentações musicais, Nego Julio e Antônio Costaguta estarão no programa participando de atividades típicas da cultura gaúcha: eles preparam churrasco e chimarrão durante a edição. A proposta do especial é celebrar repertórios, memórias e práticas culturais que marcaram gerações e que seguem presentes na formação de artistas contemporâneos.


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