O cantor goiano apresenta o álbum de estreia que cruza sertanejo, piseiro, forró, brega, pagode, salsa e axé em nove faixas autorais. Lançado de forma independente e distribuído pela AlgoHits, já está em pré-save.
Rodrigo Bittes lança seu primeiro álbum de estúdio em formato de longa duração. Em VIADO DESALMADO, o cantor e compositor goiano parte do sertanejo e cruza piseiro, forró, brega, pagode, salsa e axé ao longo de nove faixas autorais. O álbum foi lançado de forma independente, distribuído pela AlgoHits, e já está disponível para pre-save.
O disco foi construído como uma narrativa por Rodrigo Bittes. As mudanças de gênero musical acompanham diferentes momentos de uma relação: paixão, desejo, desilusão, arrependimento, reencontro e, por fim, a procura por um lugar ao qual pertencer. A proposta é conectar letra e sonoridade para marcar os deslocamentos emocionais do eu-lírico ao longo das faixas.
A faixa-título foi o primeiro sertanejo composto por Rodrigo Bittes e levou o artista a imaginar um projeto dedicado ao gênero. A ideia inicial era mais restrita, mas o rumo mudou depois do início da parceria com o produtor Ivan Gomes, quando outras composições passaram a integrar o repertório. A presença de múltiplos ritmos acabou por ampliar o escopo do trabalho.
“A gente entendeu que era mais interessante construir uma narrativa de um eu-lírico que passeia por amores, aventuras e desventuras, ilusões e desilusões, e que também, nesse passeio, passa por diferentes ritmos e estilos musicais”,
Rodrigo fez essa declaração em nota à imprensa, explicando a construção conceitual do álbum.
No aspecto da produção, Ivan Gomes responde pela maior parte da produção musical de VIADO DESALMADO. JP Mansur assina a produção da faixa “ME DESCULPE, MAGOEI”. Instrumentalmente, Paola Gibram toca sanfona, enquanto Ariel Coelho participa na percussão e bateria. Pina, Eva e Malu Magri aparecem nos coros; Eva também trabalhou na preparação vocal e Malu Magri assina a direção vocal, além de participar vocalmente em “PRA SOFRER COM FORÇA”.
O trabalho preserva elementos ligados à formação de Rodrigo em Goiás. Referências ao cerrado, aos cavalos e ao sertanejo aparecem tanto nas letras quanto na parte visual do projeto. Em “SERTANEJO DA MINHA VIDA”, por exemplo, a saudade da terra natal amplia a história do disco para além do relacionamento amoroso e reforça vínculos regionais presentes na obra.
O clipe da faixa-título foi dirigido por Renato Stockler e Pina, a partir de uma concepção desenvolvida com Rodrigo. O vídeo coloca figurinos brilhantes e closes ao lado de cavalos e paisagens do campo, combinando o universo rural com códigos de moda. Renato Stockler também assina a fotografia usada na capa do álbum.
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