Jon M. Chu afirmou em evento em Los Angeles que a prioridade é ajustar a narrativa da cinebiografia antes de discutir o elenco. A equipe foca em adaptar o livro de memórias lançado em 2023 para as telas.
O projeto da cinebiografia de Britney Spears segue em desenvolvimento, e o diretor Jon M. Chu deu uma atualização pública sobre o andamento do filme durante a festa de inauguração do George Lucas Museum of Narrative Art, em Los Angeles, no fim de semana. Chu destacou que, no momento, a prioridade da produção é acertar a narrativa antes de avançar na escolha do elenco.
Segundo o diretor, a seleção da intérprete de Britney não está sendo discutida agora, enquanto a equipe concentra esforços em adaptar o livro de memórias da cantora para as telas. O livro, lançado em 2023 com o título The Woman in Me, é citado como base do roteiro e terá adaptação assinada por Liz Meriwether.
“Não estou nem pensando na escalação do elenco agora. Estamos apenas tentando acertar a história.”
Chu afirmou ter tido acesso a parte do trabalho de Meriwether e descreveu o roteiro em termos positivos, sem, contudo, revelar detalhes da trama. Ele ressaltou a busca por uma abordagem que trate a história com profundidade e sensibilidade.
“Ela está criando coisas lindas — e pode ser que eu tenha visto alguns vislumbres do que ela está fazendo — e está incrível. É incrível, profundo, lindo. E é só isso que posso dizer. Você já me fez falar demais.”
O diretor também comentou a quantidade de material de candidatos que a produção tem recebido, afirmando que chegam centenas de e-mails de pessoas de diferentes países com testes não solicitados para o papel principal. Até o momento, nenhum nome de ator ou atriz foi anunciado oficialmente para o projeto.
“Não posso dizer nada no momento.”
O projeto foi anunciado pela primeira vez em 2024, quando a Universal Pictures adquiriu os direitos do livro de memórias de Britney Spears. Jon M. Chu foi confirmado na direção, com Marc Platt como produtor, e Liz Meriwether se juntou ao time de roteiristas no início deste ano. Meriwether, conhecida por criar a série New Girl e por co-criar Dying for Sex, afirmou em declarações anteriores que adaptar uma vida real para um longa exige abordagens narrativas diferentes, procurando condensar uma história extensa em um formato de duas horas.
A produção, portanto, permanece em fase de desenvolvimento do roteiro, com equipe criativa focada em construir uma narrativa que traduza a memória de Spears para o cinema antes de avançar oficialmente para a escolha do elenco.

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