Longa satírico sobre mudanças climáticas mostra um colapso ambiental provocado por um magnata do petróleo. A trilha instrumental é de um músico britânico que estreia em trilhas para cinema, vindo de projetos solo.
O filme ‘Digger’, estrelado por Tom Cruise, estreou nos cinemas de todo o mundo na sexta-feira (2). A produção é apresentada como uma comédia satírica sobre mudanças climáticas e mostra um desastre ambiental em escala global, desencadeado por Digger Rockwell, um empresário do ramo petrolífero.
A trilha sonora instrumental do longa foi composta pelo músico Cosmo Sheldrake. Esta será a estreia de Sheldrake na criação de composições para um longa‑metragem no cinema. Em carreira solo, ele já lançou projetos anteriores, entre eles o álbum ‘Eye To The Ear’, de 2024.
Além da trilha instrumental assinada por Sheldrake, o filme incorpora outras faixas que pontuam momentos importantes da narrativa. Durante os créditos finais toca a canção ‘Look What They’ve Done To My Song, Ma’, na interpretação da cantora Melanie. O repertório também inclui o grupo vocal The Ink Spots, com as faixas ‘If I Didn’t Care’ e ‘I Don’t Want To Set The World On Fire’.
‘Digger’ foi dirigido pelo cineasta Alejandro G. Iñárritu, conhecido por trabalhos anteriores como ‘Birdman’ e ‘O Regresso’. O trailer do filme está disponível para consulta em plataformas oficiais de divulgação.
Além de atuar como protagonista, Tom Cruise também integrou a produção executiva do longa. O elenco reúne nomes reconhecidos da indústria cinematográfica, entre eles Riz Ahmed, John Goodman, Sandra Hüller, Michael Stuhlbarg, Jesse Plemons, Robert John Burke, Emma D’Arcy, Burn Gorman e Sophia Wilde.
A opção por mesclar uma trilha instrumental contemporânea com canções históricas e interpretações vocais clássicas contribui para a construção do clima satírico e crítico presente no roteiro. A presença de músicas como as citadas ajuda a reforçar momentos-chaves da narrativa e o trabalho de ambientação sonora proposto pelo compositor.
O filme e sua trilha sonora deverão permanecer em destaque nas salas de exibição e nas plataformas de discussão cultural, especialmente entre aqueles que acompanham produções que tratam da temática das mudanças climáticas sob um viés satírico. A novidade da participação de Cosmo Sheldrake na composição para cinema é um dos pontos de interesse para o público e para a crítica musical.

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