Uma jornalista e uma advogada sergipanas, que enfrentaram uma doença rara e precisaram de transfusões, uniram-se para defender a doação regular de sangue e manter os estoques do Hemose abastecidos.
Em um testemunho que vai além da medicina e toca o coração, uma jornalista e uma advogada que passaram pelo mesmo caminho de dor e superação — enfrentando uma doença rara e dependendo de transfusões de sangue para sobreviver — transformaram essa experiência em uma amizade genuína e em uma missão comum: conscientizar a sociedade sergipana sobre a importância vital da doação regular de sangue.
As duas mulheres são exemplos vivos de como um gesto simples e voluntário pode ser a diferença entre a vida e a morte. Ambas precisaram de transfusões durante o tratamento da enfermidade e reconhecem que só puderam continuar suas histórias porque havia doadores dispostos a ajudar. Hoje, elas reforçam o apelo para que os estoques do Hemose — o Hemocentro de Sergipe — permaneçam abastecidos, pois pacientes com condições semelhantes dependem dessa disponibilidade de forma contínua e urgente.
A amizade que nasceu da dor e da gratidão tornou-se um poderoso instrumento de evangelização do gesto solidário. Para quem tem fé, doar sangue é também uma expressão concreta do amor ao próximo, princípio central do ensinamento cristão. A Bíblia nos lembra em João 15:13 que ‘maior amor do que este ninguém tem: de dar alguém a sua vida pelos seus amigos’. Doar sangue é, em muitos casos, exatamente isso — oferecer parte de si para que outro possa viver. A comunidade evangélica de Sergipe é convocada a refletir sobre esse chamado e a se dirigir ao Hemose para contribuir com esse ato de amor que salva vidas.




Fonte: Governo de Sergipe
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