O Conselho Estadual de Cultura aprovou o forró como Patrimônio Cultural Imaterial de Sergipe, reconhecendo oficialmente uma das maiores expressões da identidade e da alma nordestina do nosso povo.
É uma notícia que aquece o coração de todo sergipano! O Conselho Estadual de Cultura aprovou o forró como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Sergipe, num gesto de amor e respeito por uma das manifestações culturais mais genuínas, vibrantes e profundas que o povo sergipano carrega dentro do peito. A decisão representa mais um importante passo para o fortalecimento, a valorização e a preservação dessa herança preciosa que atravessa gerações.
O forró não é apenas música — é história viva, é memória afetiva, é fé, alegria e comunhão. É o som que faz o pé bater no chão batido dos arraiás, que une famílias, que emociona os mais velhos e encanta os mais jovens. Reconhecê-lo oficialmente como patrimônio imaterial é dar à cultura do nosso povo a dignidade e a proteção que ela sempre mereceu. Para a terra de Sergipe, tão rica em tradições e manifestações populares, essa conquista chega com um significado todo especial — especialmente neste mês de junho, quando o forró pulsa com ainda mais força em cada canto do estado.
A aprovação pelo Conselho Estadual de Cultura abre caminhos concretos para políticas públicas de preservação, fomento e difusão dessa arte que é alma do Nordeste. Que essa decisão inspire ainda mais respeito, investimento e carinho pelo forró sergipano — patrimônio não apenas de um estado, mas de um povo inteiro que dança, canta e louva a vida ao som do triângulo, da sanfona e do zabumba.

Fonte: Governo de Sergipe
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