Num gesto de amor à terra, a Vila do Forró destacou-se com apresentações inteiramente sergipanas, valorizando bandas, trios pé-de-serra, Coreto, Teatro e Barracão.
Que beleza de Sergipe! A Vila do Forró se tornou, neste São João, um verdadeiro santuário da cultura nordestina, e o coração do povo sergipano transbordou orgulho ao ver que todas as atrações do espaço foram 100% sergipanas. Não houve um único momento no palco, no Coreto, no Teatro ou no Barracão que não carregasse a alma, o sotaque e a ginga da nossa gente. Foi o reconhecimento mais bonito que um festival pode oferecer: olhar para dentro de casa e dizer — aqui temos talento, temos arte, temos história.
Das bandas aos trios pé-de-serra, cada apresentação foi uma declaração de amor à identidade local. O Coreto vibrou com ritmos que atravessam gerações, o Teatro emocionou com narrativas que contam quem somos, e o Barracão aqueceu a alma com aquela energia que só o forró sergipano sabe entregar. Cada artista que pisou naquele chão batido representou não apenas a si mesmo, mas toda uma tradição viva, resistente e cheia de graça — provando que Sergipe não precisa buscar fora o que já possui com tanta riqueza.
A valorização da identidade sergipana através da arte não é apenas uma escolha cultural, é um ato de fé no nosso povo. Ver o Arraiá do Povo, na Orla da Atalaia, em Aracaju, transformar-se num espelho da alma sergipana é motivo de celebração e gratidão. Que essa semente plantada neste São João continue germinando, abrindo portas, iluminando talentos e mostrando ao Brasil que Sergipe tem muito — e bom — para oferecer ao mundo da arte e da cultura nordestina.










Fonte: Governo de Sergipe
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